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Um olhar enluarado…

Há um tempo, tive o privilégio de ser um dos audientes de um concerto de piano, evento promovido pelo maridão, com o apoio da Comunidade Batista da Graça, em Caruaru, PE. Belo, do início ao fim, o espetáculo promoveu a fé, o encanto, o conhecimento, a criatividade e o bom humor. Naturalmente, a música executada acrescentou inéditas e reviveu antigas lembranças.

E, especificamente, Clair de Lune fez lembrar de uma experiência da época da mocidade, lá em Pirabeiraba – Joinville / SC, ao observar o céu, da janela do meu quarto, naquela ocasião…

Sabe-se que esse satélite tem inspirado poemas e composições ao longo da história, quiçá por iluminar as noites, as quais, sem ela, tornam-se sombrias. Diz-se, por exemplo, que “a Lua é dos namorados”… À medida em que ela viaja, sua posição varia em relação à Terra e ao Sol, surgindo, daí, as fases, as quais orientam um dos tipos de calendário existente.

Há, também, vários mitos que envolvem-na, como o volume dos cabelos ser favorecido durante a fase Cheia; o melhor desenvolvimento das hortaliças, conforme a fase lunar e a da semeadura; a fertilidade da mulher ser afetada durante o período de mudança das fases; etc, nada comprovado cientificamente, com exceção da influência da Lua sobre as marés.

Caso haja interesse no assunto, sugere-se a leitura dos artigos:

“Sob o domínio da Lua: os mitos deste satélite”, em http://super.abril.com.br/ciencia/sob-o-dominio-da-lua-os-mitos-deste-satelite

“A lua tem um lado escuro”, em http://super.abril.com.br/ciencia/a-lua-tem-um-lado-escuro.

Fazendo um paralelo cômico e simplório, pode-se dizer que a fase da Lua Cheia é aquele momento em que se se delicia com uma fatia de uma torta alemã; a fase da Lua Minguante é quando descobre-se que o creme de leite estava começando a azedar; a fase da Lua Nova é quando os sintomas da dor de barriga se apresentam em todas as formas; e a fase da Lua Crescente é quando se toma um chá de folha de goiaba e sabe-se que tudo ficará para trás.

E a recordação durante a performance foi a comparação da vivência do homem ou da mulher às fases lunares. Parece que só se aprende, amadurece, enfim, torna-se o que nasceu-se para ser, ao passar-se pela beleza e pela provação que cada temporada, que cada estação ou período de tempo apresenta ou impõe, obviamente, pela permissão do Criador, o qual, sendo um Pai bondoso, almeja o aperfeiçoamento dos seus.

Como a Lua, o ser humano não possui brilho próprio, a não ser quando se deixa iluminar pela Luz Divina, aceitando Cristo como Salvador e Senhor, no coração. Esse momento assemelha-se à fase da Lua Cheia, quando fica-se a transbordar de fé, amor e devoção. Torna-se como criança, despreocupada e feliz, segura do amor do pai, confiante e otimista, contagiando a todos. Quem sabe esteja-se tão “crente”, que se passe até a criticar quem tenha dúvidas, esquecendo-se da história inerente a cada ser e do lado oculto à cada fase.

A Minguante, que vem seguidamente, traz  a percepção de que, mesmo pelo fato de se ser cristão, o sofrimento não é excluído da existência, apresentando-se para bons e maus; mas acompanhada da resistência e busca pelo socorro do Alto, o qual vem na hora e com a resposta certa, provoca reações de gratidão através de cânticos, testemunhos, sorrisos e, quem sabe, um vislumbre de orgulho, pelo sentimento de merecimento e visibilidade, em contraste com o “aparente” comodismo dos que esperam há mais tempo por algo.

Decurso que passa e sucede-se a fase Nova, a qual, inicialmente, não é visível da Terra. Talvez seja uma perda, um choque de realidade vivenciado, ou uma decisão que faz sair da zona de conforto, com mudanças em andamento, mas que, por causa da incredulidade, rebeldia, cegueira e ingratidão, não se concretizem como se almejava. Simbolizada, quem sabe, por traição, solidão, revolta, vitimização, questionamento e teimosia, essa estação é capaz de enterrar sonhos, projetos, e dar um aspecto de fim ou de não finalidade da vida.

Finalmente, depois disso, há mais luz solar visível na superfície da Lua, quando ela passa para a fase Crescente. Há fé, esperança e petições por auxílio, com a ciência de que, sem Ele, nada pode-se, nada realiza-se, nada de bom se sente ou emana da alma. Tudo que é correto, justo, verdadeiro e belo irradia dEle, por Ele e para Ele, tornando-nos meros refletores, que, conforme o giro ao redor do eixo e da Terra, é demonstrado ou não para quem esteja na platéia do viver.

O que fica de ensinamento é que, independente da fase, a Lua é iluminada pelo Sol sempre, e o lado que não se vê recebe até mais luz do que o que se avista, pelo movimento de rotação frequente. Em outras palavras, quando se se deixa guiar pela visão imperfeita, não percebe-se que Deus nunca se afasta nem deixa de agir. Ele não dorme, e, “de fato, mil anos para Ele são como o dia de ontem que passou, como as horas da noite.” Salmos 90:4

Então, um olhar enluarado sobre a vida nada mais é do que ser resiliente, acreditando incessantemente que tudo passa; é ser otimista e recordar que a fonte de luz abrilhanta a Lua constantemente, mesmo quando imperceptível aos olhos terrenos; é crer que toda fase faz parte do plano de Deus, tornando-nos únicos na missão a qual temos que cumprir, assim como a Lua, que junto às estrelas, clareia e embeleza as noites, independente se Cheia, Minguante, Nova ou Crescente.

“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu: […] tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar.” Eclesiastes 3:1,4

“O seu sol nunca se porá, e a sua lua nunca desaparecerá, porque o Senhor será a sua luz, para sempre e os seus dias de tristeza terão fim.” Isaías 60:20 #promessa #paraquemacredita

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UNO x VIDA

Só quem já jogou UNO sabe como é divertido fazê-lo, mesmo exigindo-se memorização e muita concentração, devido à variação das regras praticamente a cada cartada! Como em qualquer jogo, a sensação da vitória é o máximo!! Garanto que é mais fácil do que o xadrez, porque apenas administram-se as jogadas, enquanto o tabuleiro pede a criação delas.

Para quem quiser aprender, vale a pena clicar no link: Como jogar uno, e garantir muitas risadas…

Pensando nesta opção de lazer, imaginei a vida retratada nela. Comparando-se, inicialmente, não é possível jogar UNO sozinho e só também não se sobrevive…! É como Guga sempre me diz: “Não sei como tu viveste sem mim!!!” #modestohein! E eu respondo, dando “a maior corda”: “É mesmo, não sei como…!” 😛 Brincadeira à parte, acredito nessa necessidade do(s) outro(s) como humanos que somos.  Então, ♪ ♫ ♬ “eu preciso de ti, querido irmão” ♩ ♫ ♬… E o sentimento da utilidade recíproca é tão bom!!!

Continuando, cada jogador recebe o mesmo número de cartas e, quando nascemos,  todos recebemos a vida, a vontade e o livre arbítrio do Senhor Criador, independentemente da classe social, significando que há oportunidades para qualquer um que queira. Marginalizados são produtos que a própria humanidade elaborou, daí, infelizmente as desigualdades sociais existentes. 😦 Afinal, todos são/foram bebezinhos ingênuos e indefesos… Por isso é correto adotar a postura ensinada pelo Mestre dos mestres: “Não julgueis…” (Evangelho segundo Mateus, capítulo 7, versículo 1a).

Tirando-se as cartas numeradas – de zero a nove – ficam as especiais com variados efeitos. Se o participante anterior nos presentear com a carta +2, pode representar aquelas duas últimas semanas do mês, passadas a cuscuz e ovos, com apetite por biscoitos para os quais não se tem um centavo… Um dia, então, Deus envia os favoritos – PASSATEMPO, da marca Nestlé -, ao local onde se trabalha, através do garoto enjoado do lanche repetitivo… 😛

Caso sejamos “brindados” com a carta inversão, o jeito é esperar uma rodada, identificando-se aí o não passar no vestibular na primeira tentativa e frustrar-se por isso, mas, no ano seguinte, ser o primeiro colocado geral da Instituição escolhida! Realizando-se a possibilidade da carta bloqueio, consegue-se vislumbrar aquele currículo enviado para uma vaga da área editorial, cuja resposta esperançosa é um teste, com prazo para efetuação, no qual não se é aprovado(a)… 😦

Já a “poderosa” carta +4, nunca bem-vinda, simbolizaria a expectativa por continuar os estudos, por trabalhar na área da formação, por adoecer sem conseguir um diagnóstico e por morar longe da família, até que surja uma gravidez que ajude na identificação da causa da falta de saúde e um(a) filho(a) que, sem dúvida, é incomparavelmente superior a qualquer projeto e que ameniza a falta dos parentes…  ♥

O curinga chega entre sorrisos, como quando os momentos difíceis passam, quando os sonhos se realizam, quando Deus nos surpreende com Sua Vontade infinitamente mais sábia, realizadora e excelente do que a nossa…! E, para quem não vencer o jogo na primeira vez, não deve desistir e nem desanimar, pois ele é imprevisível, assim como acordar para um novo dia, cheio de ocasiões favoráveis e promessas!!! Ademais, jogar somente pelo lazer proporcionado também é válido e benéfico, assim como viver um hoje de tentativas para somente amanhã ou depois ter êxito! Então, vamos jogar/viver pacientemente?

Rotina: bem ou mal necessário?

Nunca fui amante da rotina, tanto que não consigo encontrar motivação para um trabalho repetitivo como o de um escritório, por exemplo. Essa característica faz com que encontre prazer em desafios e novidades, daí a paixão por ensinar, acredito. E nestes últimos dias um questionamento tem me perseguido: será a rotina um bem ou um mal necessário? A vida, por si só, é surpreendente e imprevisível. Os maiores valores não são os que podemos guardar e organizar em um baú ou prateleiras, e, sim, vivenciá-los, sabendo-os abstratos. Então, como enformá-los em algo meramente repetitivo e habitual, sem as mudanças provocadas pelo sentir, pelo ser?

Tentamos pragmatizar tudo, para facilitar e tornar mais organizada a sequência dos dias, a fim de parecermos estar no comando e de sermos os senhores da existência. Mas, basta um item cair da prateleira para sermos obrigados a parar e, quem sabe, mudar sua disposição ou até nos desfazermos dele. O inesperado sempre nos afeta, por mais que teatralizemos nossas reações. Diante disso, qual a conveniência de se estabelecer uma rotina, um planejamento, enfim, um adesivo identificando o conteúdo do pacote no baú? Qual a vantagem de se tentar colocar tudo em ordem? Há realmente alguém que consiga ser metódico e sistemático a vida inteira? Quem o é, instintivamente amará a rotina, ou vice-versa?

Além da própria vida, as diferenças na totalidade universal, também, vêm ditar o que será ou não alcançado, mensurado, efetivado… Quase nada e literalmente ninguém é igual, excetuando-se os bens industrializados, por exemplo, produzidos em grande escala e por máquinas. E, como se diz, graças a Deus pela diversidade! Imagine-se a monotonia em comportamentos idênticos e resultados sempre semelhantes… Diante da constatação de que a vida, com seus imprevistos, e as diferenças existentes incentivam a uma vivência nada rotineira, hão de se excluir os hábitos feitos sempre do mesmo modo, não é? 😀 Dá pra se imaginar todo o mundo quebrando seus relógios? 😉 Ambas as respostas são um sonoro NÃO!

Feliz ou infelizmente, a rotina é inerente à vida. Em conversa com o maridão, ele citou belos exemplos, como o dia e a noite, os seis dias da criação do mundo etc, sugerindo que, cada um deva entremear o seu dia a dia com coisas ou acontecimentos não costumeiros para evitar um regime de quartel, que acabe desmotivando o cumprimento das regras inatas à rotina. Sim, porque qualquer rotina só existe por causa de normas preestabelecidas pelos outros ou por nós mesmos. Um padrão é o dos horários das refeições, o qual, se não seguido, conforme nutricionistas, impede a perfeita absorção dos nutrientes. Então, cabe a busca do equilíbrio entre o que deve ser de praxe e lances criativos. Para quem não gosta da rotina, assim como eu, quem sabe, colocar a mesa da cozinha na varanda para o jantar, já faça toda a diferença! E, mais que tudo, pedir sabedoria do alto, para administrar os intervalos entre as práticas repetitivas das vinte e quatro horas que o Papai do Céu nos concede e permite… Ele sabe, melhor que ninguém, o que nos faz sorrir, não é, Samuka?

Samuel

 

SER M♫Ú♬S♪I♫C♬O

“Entendes tu o que lês?”

Cito uma questão feita em um contexto bem diferenciado do qual pretendo apresentar hoje, através deste post. Para quem não a conhece, ela foi a introdução a um belo diálogo que se deu entre Felipe – apóstolo do Senhor Jesus – e um etíope, fato relatado no Livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 8, versículos 26 a 39. Nessa narrativa, a explicação dada sobre o profeta Isaías, cujo tema era o Salvador, mudou uma vida para sempre! Com certeza, a decisão tomada pelo etíope, provocou música entre os anjos…

E é a esta profissão que dedico esse post: o ser músico – cujo dia comemora-se hoje -;  motivada, também e principalmente, pela convivência com os acordes executados pelo maridão ♥ Guga ♥. Como um primeiro compasso, aplico a pergunta à dificílima tarefa da leitura musical.  A maioria das pessoas que Deus permitiu-me conhecer não sabe, não tem a menor noção, não considera nada fácil essa tarefa, ou seja, é analfabeta quando se lhe apresenta um sistema que traduz uma melodia / harmonia / ritmo, enfim, um som artisticamente e tecnicamente combinado, representado por figuras como semibreves, mínimas, semínimas, colcheias, semicolcheias, fusas, semifusas

Vocabulário estranho? Isso é o mínimo do conhecimento exigido, tanto teoricamente quanto na prática, do músico. Fica um pouco mais complicado quando aparecem os acidentesbemóis e sustenidos -, os quais podem ser, de repente, anulados pelo bendito bequadro. A complexidade cresce em andamento prestíssimo em uma partitura de canto coral: exige leitura da direita para a esquerda e de cima para baixo, passando pelas claves de Sol e , pelos sistemas vocal e instrumental, tudo isso simultaneamente!!! Ainda há os solos, cujos sistemas não tem nem colchete, nem chave para identificá-los.

Independentemente de ser um regente, um cantor ou um instrumentista, a dedicação reivindicada faz o músico ocupar horas e mais horas da sua vida. Como ainda se ousa diminuir ou desclassificar essa profissão? Quem o faz, é ignorante em todos os sentidos e não merece atenção alguma! Desabafos à parte, julgo o ser músico um privilégio, um dom ou talento divino, uma capacidade elevada, uma genialidade, uma inteligência especial entre as que o humano diz dominar… Aliás, será a música dominada pelo músico ou o contrário? Discorrendo como leiga, suponho que há uma fusão entre dominador(a) e dominado(a) enquanto surge mais uma composição

Enfim, os músicos tornam a vida melhor, com suas criações, as quais podemos ouvir e sentir… A dinâmica provocada na alma, do pianíssimo ao fortíssimo, faz acordar, reviver, sorrir, emocionar, sonhar, inspirar, dançar… Do retrato à epifania, isto é, do popular ao erudito, a música enobrece a continuidade da história, ao registrá-la através dos mais diversos estilos e gêneros – da bossa nova, sertanejo, pop rock, samba, forró à ópera, música barroca, clássica, contemporânea, etc.  Acredito que o bondoso Deus presenteou-nos com a música – “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes” (Carta de Tiago, capítulo 1, versículo 17) -, ofertando-nos, assim, um vislumbre da Sua Plenitude…

Vamos, então, cantar para Ele?

 

Dieta: fácil ou difícil?

Econômica ou onerosa?

Simples ou complicada?

Contínua ou ocasional?

Prazerosa ou angustiante?

Opcional ou indispensável?

Independentemente das respostas, uma dieta muda a vida de quem quer ou deve segui-la! Pode ser um regime cujo objetivo é a perda de alguns quilogramas ou a abstenção de alguns alimentos por problema de saúde.

No primeiro caso, acredito que seja mais fácil, pois não é necessário radicalizar-se a proibição da ingestão dos pratos favoritos e costumeiramente consumidos. Basta o aprendizado do equilíbrio nesse processo e, quiçá, a introdução de poucos elementos novos, como mais frutas e hortaliças.

No segundo caso, a dificuldade está mais presente, devido à absoluta evitação de elementos presentes em alguns alimentos, os quais provocam efeitos nocivos em organismos com intolerâncias, alergias ou doenças diagnosticadas. Talvez – como no meu caso (motivo da dieta em “médicos e MÉDICOS”) – seja indicada, inicialmente, uma detoxificação, o que aumenta ainda mais as proibições.

Algo comum a ambas as situações é o período de adaptação, durante o qual podem aparecer o desânimo e o desejo de transgredir as novas regras! Aí precisam entrar a real tomada de decisão, a determinação, a força de vontade, a persistência, e a autoestima equilibrada, pois, como se diz “quem (se) ama, se cuida”, não é? Toda a firmeza exercida nesse processo terá, sem dúvida, recompensa futura.

A escolha pelo prato mais saudável hoje, redundará em mais saúde amanhã. O  optar por uma salada de hortaliças ao invés de uma porção de batatas fritas, diferenciará a extensão que o ponteiro da balança de massa corporal alcançará em mais algum tempo. A preferência por nutrientes que se completam – por exemplo, ferro e vitamina C -, auxiliará na absorção deles.

Enfim, o discernimento na seleção entre uma fatia de torta alemã versus um cacho de uvas, entre um copo de coca-cola versus um suco de acerola, entre um filé à parmegiana versus um filé de salmão americano, entre uma salada de batatas com maionese versus uma salada de batatas com azeite, demonstrarão se o compromisso com a dieta é verdadeiro ou não.

Assim, uma dieta é um reflexo da vida… Repleta de pequenas resoluções, que somadas, são determinantes. Hoje podem parecer insignificantes, ser quase imperceptíveis, mas amanhã aumentarão em valor e percepção. Hoje podem parecer esperteza e ganho, mas amanhã representarão tolice e perda. Hoje podem parecer bem-sucedidas, mas amanhã provocarão dores. Hoje podem parecer prazerosas e inofensivas, mas amanhã serão tristes e fatais.

Hábitos como:

  • salgar sempre mais um pouquinho o seu prato. O pouquinho torna a ação insignificante, mas um diagnóstico de hipertensão muda tudo…
  • almoçar às pressas para aumentar as horas extras de trabalho. O adicional no salário é ganho, mas um quase infarto por causa do estresse acumulado obriga uma modificação no ritmo…
  • pular refeições e ingerir “medicamentos” para emagrecer mais rapidamente. A nova silhueta pode fazer sucesso, mas uma gastrite ou problemas renais serão uma incômoda companhia por muito tempo…
  • beber um uísque / vinho ou uma cerveja para ficar desinibido(a). O maior número de colegas na balada aumenta o prazer, mas o número de amigos para um alcoólatra doentio desaparece definitivamente…!

Resoluções como:

  • desistir de concluir um curso de inglês, por motivos fúteis. O curso pode parecer insignificante hoje, mas amanhã fará falta no currículo…
  • vender o voto para políticos corruptos por tanques de combustível. É um ganho momentâneo, mas que “libera” o candidato, se eleito, de atender às reais necessidades da comunidade que o elegeu…
  • casar-se por interesse, por status e estabilidade. Aparecer nas colunas sociais por causa do sobrenome pode significar sucesso hoje, mas um divórcio por falta de amor fará o coração sangrar…
  • deixar Deus para a velhice, para ter mais “liberdade” #iguallibertinagem. Não se submeter a um Ser Superior pode parecer prazeroso, mas o destino final será a morte eterna, caso não haja tempo para arrependimento…!

Portanto, hábitos e resoluções vivenciam-se simultaneamente, dieta e vida mesclam-se, evidenciando ao mundo quem somos ou queremos ser…  Diante disso,

🙂 decido seguir adiante com a minha dieta – obviamente, sempre com orientação profissional -;

🙂 decido aproveitar as oportunidades que a vida me conceder para crescer em conhecimento;

🙂 decido ser ainda mais grata aos que me dedicam suas amizades e tentar retribuir-lhes da forma que estiver ao meu alcance;

🙂 decido continuar a amar meu marido e filho, em palavras e ações, orando para que esse sentimento se renove todos os dias;

🙂 e, finalmente, decido continuar seguindo a Deus, buscando a vontade dEle, o perfeito amor, o perdão, a graça, a sabedoria e a fé que vêm dEle sempre, porque Ele é bom e porque somente esse “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Evangelho segundo João, capítulo três, versículo 16). O que você vai decidir hoje?

 

Antônimos

Momentos…

Afinados ou desentoados

Audíveis ou imperceptíveis

Autênticos ou reproduzidos

Belos ou feios

Bons ou maus

Brandos ou hostis

Coloridos ou desbotados

Concentrados ou alienados

Corajosos ou medrosos

Detalhados ou superficiais

Divertidos ou entediantes

Doces ou salgados

Educados ou incultos

Felizes ou tristes

Grandiosos ou exíguos

Harmoniosos ou dissonantes

Iguais ou distintos

Inesquecíveis ou olvidáveis

Ingênuos ou sagazes

Justificados ou infundados

Ligeiros ou lentos

Longos ou breves

Melhores ou piores

Mensuráveis ou infinitos

Movimentados ou estáticos

Noticiados ou omitidos

Organizados ou caóticos

Perfumados ou inodoros

Poupados ou perdidos

Quentes ou frios

Resolvidos ou vacilantes

Saborosos ou insossos

Seguros ou arriscados

Trabalhosos ou preguiçosos

Únicos ou corriqueiros

Visíveis ou velados

Enfim, antônimos que compõe a vida

Redigindo a biografia de cada ser…

Passageiro palavrear em caracteres

P.S. Hoje, seis de maio, é meu aniversário. Para saber a minha nova idade, basta contar a lista de antôminos… 😉