Arquivo mensal: novembro 2013

“Come, come, come… pra mamãe ficar feliz!”

Admiro o Guga se alimentando… Não sei quando comecei, mas acho que simultaneamente aos primeiros passos na cozinha, depois que nos casamos… Ainda bem que o maridão foi uma cobaia incentivadora e comia tudo, sem reclamar! Quantos pratos desastrados: carnes torradas, sal demais ou de menos, sobremesas mui doces ou com a consistência horrorosa…!

Um momento marcante foi a comemoração do meu primeiro aniversário após o casório – lembra, Edlane? Inventei de preparar um salgado americano e um pavê de abacaxi, os quais nunca havia feito! Resultado: as fatias do pão ficaram ensopadas e se diluíram, bem como os biscoitos champanhe por causa do ácido do abacaxi que eu esqueci de cozinhar…!!!

Apesar dos pesares, gosto de cozinhar e, arrisco dizer que consigo agradar aos “fregueses”!!! 😉 Atualmente, estou reaprendendo, por causa das intolerâncias ao glúten e à lactose. Bem, só sei que gosto de ver alguém “bom de garfo”! Eu mesma ando a comer mais que o Guga, por causa da amamentação… #aindabemqueeletambémcurte

Obviamente, essa admiração agora se estende ao meu filho, o Samukinha… Foi a melhor sensação do mundo observá-lo comendo as primeiras papinhas!!! Saber que eu as havia preparado com todos os cuidados exigidos para a idadezinha dele e que elas ajudariam no seu desenvolvimento físico, por conterem nutrientes diversos, encheu-me de uma alegria sem tamanho…! Vê-lo progredindo na mastigação, que concluí ser inata ao ser humano, me deixou maravilhada!

Ainda tenho o privilégio de amamentá-lo…! Apesar de todo cansaço, falta de tempo pra tudo (= prioridades modificadas), casa encardida e desorganizada, é sensacional tê-lo aconchegado em meus braços, olhos nos olhos em alguns instantes, trocando amor, um amor tão puro e inocente, enquanto ele mama, enquanto ele se alimenta sugando o leite materno – um verdadeiro milagre inventado pelo Criador! Sou grata a Ele e ao paizão do Sam pela oportunidade de viver a maternidade plenamente e nas vinte e quatro horas do dia!

Se sinto falta, vontade ou saudades de vivenciar e realizar o meu lado profissional? Se há dias nos quais me frustro com toda a desordem nas tarefas domésticas? Se gostaria de postar mais textos? Sim, claro… Mas, simultaneamente, vem o sentimento do dever cumprido ao ter papinhas prontas e congeladas para ter sempre algo disponível ao serzinho ainda tão dependente, que só deixa de comer por causa dos dentinhos que vão aparecendo… Sem isso, como o papai o chama, o “cabrinha” deixa, sim, a mamãe muito, mas muito feliz…!